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Cover of eu não consigo parar de morrer

a novel · · 112 pages

eu não consigo parar de morrer

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Um poema pode nascer do fortuito: espanto, vertigem, a fratura que se instala, provocada por uma mínima alteração na densidade dos ventos, o pálido sentido que resgatamos do absurdo, aquilo que se vislumbrou – ou que se ocultou – no …

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Um poema pode nascer do fortuito: espanto, vertigem, a fratura que se instala, provocada por uma mínima alteração na densidade dos ventos, o pálido sentido que resgatamos do absurdo, aquilo que se vislumbrou – ou que se ocultou – no instante de sua criação.E há poetas que colecionam poemas assim, um após o outro, até que a unidade do pensamento corresponda a um fato biográfico: o registro de uma idade, de uma crise, de um ponto de transcendência, de um sangramento que não pode ser estancado – s

M

Margaret's verdict

"Um poema pode nascer do fortuito: espanto, vertigem, a fratura que se instala, provocada por uma mínima alteração na densidade dos ventos, o pálido sentido que resgatamos do absurdo, aquilo …"

— Margaret

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