Rapsódia a Samuel Rawet
Sobre o livro
"Ouvi falar de Rawet pela primeira vez no Campus da Unb, ali na livraria do Chiquinho, numa tarde ensolarada, quando as meninas da filosofia estavam sentadas de pernas abertas junto as paredes, folheando Kant ou fingindo entender Dérrida (...) Prozac, Aropac, Daforin , Deprax, Trifluoperazina e outras mil merdas, tudo em doses supercavalares. Id, Ego, Superego. O desejo é aquilo que falta, aquilo que está ausente! Os olhos já sem lágrimas parecem duas sementes estéreis..."
Detalhes
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