Albert Camus
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Sobre o livro
Rosto de garagista, sempre de gabardine.Desconfiou da "marcha da história", enquanto sede e itinerário dos poderes estatais, que começam falando de justiça e acabam organizando polícias.Um libertário de nossa latinidade, um homem trágico que espera acordar qualquer manhã nas vestes do homem feliz. Só se sentia bem entre operários e atores de teatro. Preferiu acertar no sol e errar na história. Deixou, no entanto, um severo afresco de valores humanistas radicais, a serem respeitados em qualquer r
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