O canto dos escravizados
por Paulina Chiziane
É como se Paulina continuasse o Grito Negro de José Craveirinha ao dizer NÃO à eterna escravatura que é, como diria Amartya Sen, a espoliação da pessoa; o outro; um outro de que as forças são brutalmente arrancadas do chão. …
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É como se Paulina continuasse o Grito Negro de José Craveirinha ao dizer NÃO à eterna escravatura que é, como diria Amartya Sen, a espoliação da pessoa; o outro; um outro de que as forças são brutalmente arrancadas do chão. [...] E quantas vezes sobre nós a força foi usada para reprimir nossa insatisfação diante das dívidas externas que renovam a opressão? Digam: "a política pode superar a sua imagem negativa de poder de opressão e corrupção e ser concebida como possibilidade de construção de um
Margaret's verdict
"É como se Paulina continuasse o Grito Negro de José Craveirinha ao dizer NÃO à eterna escravatura que é, como diria Amartya Sen, a espoliação da pessoa; o outro; um …"
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