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Capa de Enquanto houver champanhe, há esperança

a novel · · 672 pages

Enquanto houver champanhe, há esperança

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“No fundo, Zózimo foi um verdadeiro anarquista, um Groucho Marx, que observava com elegante desdém o grand monde que circulava em sua coluna. Ele sabia aproveitar o que esse mundo tinha de gostoso, no sentido do tato e do paladar, …

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“No fundo, Zózimo foi um verdadeiro anarquista, um Groucho Marx, que observava com elegante desdém o grand monde que circulava em sua coluna. Ele sabia aproveitar o que esse mundo tinha de gostoso, no sentido do tato e do paladar, mas não o reverenciava, não era seu escravo, não era um devoto.”Ricardo Boechat Por quase trinta anos, entre 1969 e 1997, a sociedade brasileira foi desnudada pela escrita espirituosa do jornalista Zózimo Barrozo do Amaral em sua coluna diária no Jornal do Brasil e dep

M

Margaret's verdict

"“No fundo, Zózimo foi um verdadeiro anarquista, um Groucho Marx, que observava com elegante desdém o grand monde que circulava em sua coluna. Ele sabia aproveitar o que esse mundo …"

— Margaret

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