As cores do crime
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Sobre o livro
"Sempre acreditei que a desgraça, como as feras noturnas, só ataca de emboscada". Essa frase dá a arrancada desta história policial passada no bairro de Vila Madalena, em São Paulo.Na pior hora da madrugada, o narrador acaba de receber um telefonema de Elisa, com quem teve um caso mal resolvido e mal cicatrizado. "Bonitinha, mas ordinária", como toda mulher fatal que se preze, ela apresenta um pedido irrecusável: acompanhá-la na formalidade de reconhecimento do cadáver do marido.Quando se abre o
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