Crónica do rei pasmado
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Sobre o livro
[Comentário à ediçãp portuguesa por Cláudia de Sousa Dias]: Ballester é um autor que já nos habituou, de forma assaz viciante, às suas irresistíveis provocações sob a forma de sátira, que deliciam o palato literário mais requintado, tal como um chocolate amargo, perfumado com especiarias.A arte de Ballester manifesta-se, no caso de «Crónica do Rei Pasmado», em pegar num facto, trivial, para o mais comum dos mortais o desejo de um marido contemplar a esposa tal como veio ao mundo num episód
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