Anne de Avonlea
por
L. M. Montgomery
Sobre este livro
De toda forma, uma tarde de agosto, com brumas azuladas que envolviam as encostas cultivadas, brisas suaves sussurrando como diabretes por entre os álamos e o esplendor dançante das papoulas vermelhas reluzindo contra o bosque escuro de jovens pinheiros em um canto do pomar de cerejeiras, era mais apropriada para sonhos do que para línguas mortas. Logo o Virgílio escorregou despercebido para o chão, e Anne, com o queixo apoiado nos dedos entrelaçados e os olhos fixos na esplêndida massa de nuven
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