Anarquistas
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O livro de Nildo Avelino não se presta a louvar trajetórias ou idealizar existências. Propicia que as pessoas do Centro de Cultura Social (conhecido pelos anarquistas como CCS) apareçam com suas histórias e sonhos. Liberta o leitor da mofada concepção …
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O livro de Nildo Avelino não se presta a louvar trajetórias ou idealizar existências. Propicia que as pessoas do Centro de Cultura Social (conhecido pelos anarquistas como CCS) apareçam com suas histórias e sonhos. Liberta o leitor da mofada concepção de história verdadeira para fazer pulsar ficções como componentes intrínsecas das experimentações de vida libertária. Desta maneira, lembra ao leitor, e principalmente ao anarquista, que a anarquia é a adesão à vida que não é abalada com o julgamento moral dos inimigos e dos adversários. Reitera que os anarquistas lidam com suas afinidades, por vezes com contundência, outras com paciência, e em alguns instantes com raiva. Os anarquistas são pessoas, não idealizações. E pessoas como estas, do Centro de Cultura Social de São Paulo, estão neste livro sobre existências com estilo, convivendo com anarquistas de outras regiões, países e continentes. - Edson Passetti.
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