Maigret e o cliente de sábado
por
Georges Simenon
Sobre este livro
"Certas imagens, sem razão, sem que queiramos, se agarram em nós, ficam de forma obstinada em nossa lembrança, embora mal tenhamos consciência de tê-las registrado e não correspondam a nada de importante. É assim que Maigret, anos mais tarde, poderia quem sabe reconstituir minuto por minuto, gesto por gesto, aquele fim de tarde sem história no Quai des Orfèvres. Primeiro o relógio de pêndulo em mármore negro, com ornamentos de bronze, no qual seu olhar pousou quando ele marcava 18h18, o que sign
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