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Capa de Africanismo e Espiritismo

a novel · · 120 pages

Africanismo e Espiritismo

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Em 1947, à época de ser lançado, este livro mereceu, em O Globo, um artigo do crítico literário Eloy Pontes, que, embora não aceitasse o Espiritismo e nem fosse filiado a religião alguma, afirmou: "Deolindo Amorim foge às vulgaridades e …

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Em 1947, à época de ser lançado, este livro mereceu, em O Globo, um artigo do crítico literário Eloy Pontes, que, embora não aceitasse o Espiritismo e nem fosse filiado a religião alguma, afirmou: "Deolindo Amorim foge às vulgaridades e procura mostrar que Allan Kardec partiu de um doutrina filosófica. Por isso, sem dúvida, Africanismo e Espiritismo não se detém nos meandros das discórdias frívolas e tudo fez para erguer as discussão de maneira formal..." . Trata-se de uma obra atual e oportuna,

M

Margaret's verdict

"Em 1947, à época de ser lançado, este livro mereceu, em O Globo, um artigo do crítico literário Eloy Pontes, que, embora não aceitasse o Espiritismo e nem fosse filiado …"

— Margaret

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